[COLÔMBIA] Cultura

kellColômbia , cada pedacinho de chão de que tive a oportunidade de conhecer , ficará marcado na minha vida de uma forma muito positiva, e isso eu devo não só ao país, afinal o que seria da terra sem as pessoas e a forma que nela habitam. Isso é cultura, é o que torna cada lugarzinho no mundo único.  E cada uma dessas culturas deixa uma marca na gente, e um grande aprendizado, que é o respeito, respeito por si mesmo e pelos outros. Com  a cultura colombiana não foi diferente. Um país formado por pessoas muito acolhedoras, educadas sem dúvida conheci os homens mais  cavalheiros do mundo. Achei engraçado como todos países da América latina se reconhecem pelo sotaque, e possuem uma cultura similar, já nós brasileiros apesar de sermos latinos também, não nos consideramos na prática, e ficamos meio a parte dessa cultura latina.

Música: eles escutam muito reggaeton, merengue e salsa. Gostam muito de “Bailar”. De modo geral é exceção encontrar um bar que toque outro tipo de música se não estes, ou variações dos mesmos.

Comida:  de modo geral comem muita carne, e frituras… Porém também nas ruas vendem frutas descascadas prontas para o consumo, por exemplo fatia de mamão, fatia de abacaxi… manga.. e geralmente comem essas frutas  com sal e as vezes limão. Parece estranho, mas eu aprovo!

A cidade que fiquei, Medellín, não tinha muito costume de comer pão, eles comiam tudo com Arepa, arepa no café da manhã, no almoço e na janta.  Senti falta do pãozinho francês.

Por Kelly Bustus

 Essa experiência significou pra mim muito aprendizado, não só de uma nova língua, mas do aperfeiçoamento de algumas habilidades que eu já tinha, como também na aquisição de outros conhecimentos. Foi uma experiência única e muito bem vivida.

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[PERU] Impacto

LariJá estou no Brasil, mas tenho saudades dos dias em que estive no Peru. Por quê? Simplesmente porque foi a melhor experiência da minha vida! Vou tentar por em palavras o que é indescritível…

Não sei se o que eu tive foi sorte, só sei que tudo que tinha pra dar errado, deu muito certo. Minha família host era a melhor, sempre atenciosa e preocupada, me levavam para sair e sempre perguntavam sobre como estava meu trabalho e tudo mais, nunca tive nenhum problema ou queixa em relação a eles, são minha segunda família!

A AIESEC sempre foi muito preocupada em saber como eu estava e em tentar fazer eventos de integração (um pouco tarde, digamos, porque alguns trainees já estavam indo embora, mas fizeram). Eu também sempre tive buddies, dois por falta de um, mas alguns trainees ficaram algum tempinho sem, o que foi resolvido depois.

O “maior” problema que eu tive, se isso pode ser chamado de problema, foi que o projeto em que eu trabalhava era nacional, então pessoas de vários escritórios da AIESEC no Peru participavam, o que deixava algumas informações desencontradas. Não tínhamos também muito suporte, mas como eu trabalhava com outras trainees, nos entendíamos muito bem nos planejamentos das aulas, o que facilitou bastante o trabalho.

O trabalho foi bem gratificante, ver meninos e meninas usarem o tempo livre das férias para participar das aulas, o crescimento que tiveram ao longo do tempo, passando de tímidos à pessoas capazes de apresentar um projeto frente a muitas pessoas, gente que não se conhecia e que agora é amigo.

Acho que o que fez com que o meu intercâmbio tenha sido essa experiência tão maravilhosa foi a junção de tudo: trabalho, família host, país, viagens, cultura, mas principalmente, PESSOAS! As pessoas que fizeram parte da minha vida peruana foram mais do que eu imaginava e sem dúvida, fizeram tudo valer mais a pena. Mas, claro, 50% da sua experiência depende de fatores externos e os outros 50% dependem só de você! (:

 

Depoimento:

“Larissa legó a nuestra familia como una linda y muy brasilera ingeniera química, una chica callada y tranquila que no quería llamar la atención. Con el tiempo, Lari y yo nos volvimos muy amigas, y luego, sin darme cuenta exactamente cómo ni cuándo, Lari era mi hermanita, ya era parte de mi familia. Ella dice que la ayudamos a sentirse en casa fuera de casa. Y yo, ahora que no estoy en mi casa física (estoy en España), no puedo pensar en “casa” sin pensar en Lari.

Lari trajo el mundo a mi hogar! Además de preparar brigadeiro  y enseñarnos un poquito de portugués, nos enseñó que no podemos pensar en países separados, con problemas separados, sino que todos somos países hermanos, por eso ella vino a poner de su parte en el desarrollo del Perú. Y por eso muchas veces se quedaba en casa preparando materiales para el proyecto que estaba realizando con adolescentes de Surquillo. De verdad, ella es una agente de cambio global que impactó en muchas vidas, y estoy segura de que también impactó en sí misma y aprendió mucho con la experiencia J

¡Volta logo, linda!

De su hermanita peruana,

Marisol Dextre.”

 

Tradução:

 

Larissa chegou a nossa família como uma linda e bem brasileira engenheira química, uma garota calada e tranqüila que não queria chamar muito a atenção. Com o tempo, Lari e eu nos tornamos muito amigas, e logo, sem me dar conta exatamente como e nem quando, Lari era a minha irmãzinha, já era parte da minha família. Ela disse que a ajudamos a sentir-se em casa fora da sua própria casa. E eu, agora que não estou na minha casa física (estou na Espanha), não posso pensar em “casa” sem pensar na Lari.

Lari trouxe o mundo para o meu lar! Além de preparar brigadeiro e nos ensinar um pouco de português, nos ensinou que não podemos pensar em países separados, com problemas separados, mas que todos somos países irmãos, por isso ela veio deixar sua marca no desenvolvimento do Peru. E por isso muitas vezes ficava em casa preparando material para o projeto que estava realizando com adolescentes de Surquillo. De fato, ela é uma agente de mudança global que impactou muitas vidas, e estou segura de que também impactou em si mesma e aprendeu muito com a experiência!

Volta logo, linda!

 

Se sua irmãzinha peruana,

Marisol Dextre.

 

                Por Larissa Camolese

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[COLÔMBIA] Cultura

Luan5A cultura colombiana diria que espelha a cultura latina. As pessoas são amigáveis, gostam muito de conversar e propagam o amor por seu país em qualquer bate papo de bar. Junto as pessoas que convivi percebi que ainda é um hábito familiar sentarem todos juntos a TV para assistirem as notícias do dia ou lerem jornais que frequência, a internet não é um meio tão presente no cotidiano familiar, tirando os mais jovens. Vivi em Manizales, uma das principais cidades do setor cafeeiro colombiano. Sendo assim o café junta-se a cultura como uma bebida aromática fundamental em qualquer parte do dia. No mês de janeiro Manizales realiza a Feira de Manizales, uma festa que se assemelha ao carnaval brasileiro pelos desfiles, fantasias e festejos sempre relacionando a um único tema: o café. Durante o mês são oferecidos passeios pela cidade e visitas às fazendas de café.

A sociedade colombiana é extremamente religiosa, predominantemente católica, as casas são ornamentadas com santos e figuras religiosas. Os mais velhos gostam de contar muitas histórias relacionadas ao folclore, aparições e “causos”. A figura do diabo é bem temida, e muitos juram terem visto suas aparições em áreas rurais da região.

Luan4Os colombianos são muito patriotas, gostam de decorar suas casas e carros com artes relacionadas às cores do país: o amarelo, azul e vermelho. Dificilmente se vê um carro qualquer outro meio de transporte sem badulaques ou cores exuberantes.

 

Por Luan Randal

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[COLÔMBIA] Local de Trabalho

Luan1Meu trabalho na Colômbia foi em uma ONG chamada Centro DasarolloVersalles, em Manizales. A ONG desenvolve projetos em várias áreas para crianças, adolescentes, adultos ex-presidiários e idosos. Como os próprios diretores disseram eles são uma ONG com cara de empresa, pois o nível de organização e rigidez se assemelha a de uma empresa comum, sendo certificados até pelas normas de qualidade ISO.

O projeto que desenvolvi estava relacionado com fundraising, onde desenvolvi um proposta para melhorar os serviços da ONG com ajuda de empresas brasileiras.

Trabalhei com mais 3 brasileiros e uma alemã. Visitamos os orfanatos da ONG e as casas de ajuda aos adolescentes para termos um idéia de quão amplo são os trabalhos. Não tive problemas no trabalho mas o pessoal da ONG queria tantas melhorias que meu tempo não foi suficiente para que todas fossem concretizadas. De acordo com meu diretor para 2013 a meta da ONG é que 10 intercambistas de várias partes do mundo estejam trabalhando com eles.

Por Luan Randal

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[COLÔMBIA] Comidas Típicas

LuanSem dúvida alguma a comida mais típica por toda a Colômbia é a arepa, um tipo de massa de milho assada. Na minha opinião achei sem gosto, mas os colombianos adoram com manteiga ou queijo. Gostei muito das empanadas, bolinhos de milho fritos com recheio de carne. São vendidos por todas as partes e custam pouco.

 

 

Luan2Colombianos gostam muito de frutas, enquanto no Brasil vemos pipoqueiros pelas ruas na Colômbia se veem pessoas vendendo mangas, abacates, abacaxis e sucos pelas ruas, mesmo em locais onde faz muito frio. Particularmente gostei de Guanabana (no Brasil Graviola), Lulo, Amoras, entre outras. Existe uma bebida feita com frutas, leite condensado e chocolate chamada Cholao, muito boa, porém extremamente doce.

Apesar de comerem muitas frutas os colombianos não são adeptos a comem verduras.

 

 

Luan3Um típico almoço colombiano deve ter Arroz, Plátano (um tipo de banana), batata, carne assada e caldos.

 

 

Para os chocólatras ai vai um conselho: levem chocolate do Brasil, na Colômbia quase não há chocolate e o que existe é muito caro.

Por Luan Randal

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[PERU] Cultura

lariOii! Eu de novo.

Hoje eu vim falar um pouco sobre como é a cultura peruana. No jeito de ser, os peruanos são bem parecidos com os brasileiros: são receptivos e atenciosos, apesar de serem MUITO ATRASADOS. Se no Brasil nos atrasamos 30 minutos, aqui passa de 2 horas! As pessoas aqui na capital sempre são muito educados, ainda mais que estou em Lima, as pessoas esbarram e gritam, os carros buzinam. Aliás, o transporte, tenho que deixar isso bem pro final, porque é muito particular o que acontece por aqui.

A religião é majoritariamente católica, existem muitos parques em Lima e, na maioria, existe uma imagem de santo(a) ou de Nossa Senhora. Até descobri numa visita ao Congresso que a Igreja Católica ainda tem algumas cadeiras reservadas lá. É difícil ver outro tipo de Igreja por aqui sem ser a Católica.

A política eu ainda não consegui definir muito bem o que acontece por aqui. Aparentemente, não há tanta corrupção como vemos no Brasil, mas eles também sofrem por administrações falhas, e também sofrem com o mercado informal.

Pode-se comparar o custo de vida de Lima (capital do país) com uma cidade de médio porte no Brasil, como Maringá. Algumas coisas são mais caras, outras mais baratas, mas, definitivamente, transporte aqui é muito mais barato, assim como as viagens. A comida nos restaurantes também é mais barata, há lugares que se pode comer um menu (entrada, prato principal, refresco a vontade e sobremesa) por 8 soles, e comida de qualidade. Sem mencionar que 1,00 Real aqui equivale a 1,30 Soles.

Em relação à cultura, os peruanos foram colonizados pelos espanhóis, mas a cultura Inca aqui é muito forte. Eles tem mais de 3000 anos de história antes dos espanhóis chegarem aqui! E sim, tem muito orgulho dela. A marca “Peru” se tornou muito forte, há muitos peruanos com camisetas e artigos da marca pelas ruas, alguns falam línguas nativas, como o “Qechua” e trazem símbolos Incas consigo. Por exemplo, o Sol era um símbolo muito forte para os Incas, e a moeda agora é o Sol, e antes mesmo era o Ink, de Inka. Além disso, se orgulham muito em falar para os outros da sua história, da sua comida e da sua terra.

lari2Ah! O Transporte em Lima, um capítulo a parte da minha vida internacional. O trânsito aqui não faz sentido! Não tem muita fiscalização, sinalização então… e quando há, não é muito respeitada. É comum ouvir freadas bruscas, xingamentos, manobras totalmente absurdas e conversões loucas. Pedestre aqui NÃO TEM VEZ! Sacrifício atravessar uma avenida, com ou sem semáforo. Não dava pra ficar pior, até que você conhece as tais “Combis”. São vans que transportam a galera, algumas tem até o teto mais alto pra poder ir gente de pé, mas, como os peruanos são mais baixinhos, tenho que me abaixar um pouco. E elas estão quase sempre lotadas, não importa se são 8 da manhã, meio dia, 11 da noite, há gente de pé nessas combis. E os ônibus aqui não tem preço fixo, se você sabe o preço do trajeto, ainda tem uma chance de não te cobrarem mais, mas se não sabe, provavelmente te cobrarão mais por ele. E os ônibus não tem horários, tem que ficar no ponto esperando passar, às vezes espera mais, outras menos. Aliás, dá pra parar esses ônibus e combis em quase qualquer esquina, eles ficam gritando os lugares onde passam e é só subir.

Outro capítulo a parte são os taxis. Aqui não existe taximentro! Não, amigos, tem que negociar o preço com eles antes, e às vezes eles não querem te levar. Você pode ser rejeitado até pelo taxista aqui! Hahaha Sorte que existem muitos, só abanar o braço e estão lá. E se você só está parado, esperando para atravessar a rua, não fique olhando pros carros, porque os taxis passam mais devagar do seu lado, buzinando e dando sinal de luz pra você. Portanto, ignore-os se você não quer um. E negociar SEMPRE! Bom que é mais barato, você fica uma hora no ônibus e gasta 1 Sol, vai pra um lugar que demora 1:30h pra chegar e paga 15 Soles no taxi!

Mas você se acostuma com tudo isso e começa a ficar divertido. Sempre fazemos piada com os bordões que os cobradores das combis usam! Se você se vira no trânsito/transporte público daqui, bom, você se vira em qualquer outro lugar.

Bom, por hoje era isso.

See you, chicos! (:

Por Larissa Camolese

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[ARGENTINA] Local de Trabalho

daniNo trabalho que fiz em Buenos Aires, pude conhecer uma outra visão da cidade.Trabalhamos em uma ONG chamada Educar Y Crecer,  aonde as crianças do bairro recebem apoio escolar quando não estão na escola do governo durante a manhã ou tarde.Lá elas tem um tratamento diferenciado ao da escola do governo, com profissionais pacientes e preparados para ensiná-los .Muitas dessas crianças são inseguras e possuem um comportamento diferente por crescerem em um ambiente desorganizado e sofrerem com a violência dentro de suas casas.Na ONG estão, elas trabalham com uma metodologia pensada no desenvolvimento dessas crianças, sendo um ‘’refúgio’’ para elas.

Depois de duas horas de transporte (metrô e trem) chegávamos  na ONG, situada em Juarez que é fora de C.A.B.A (Ciudade Autonoma de Buenos Aires) .A ONG ficava em um bairro pobre, perto da favela .No meu Projeto estava eu e mais cinco brasileiros.O nosso trabalho lá foi dividido em três atividades:

  • Apresentação cultural:  fizemos slides sobre sobre o Brasil, discutimos alguns temas e fizemos atividades com eles, como desenhos de coisas do país e danças.
  • Preparação de material: montamos materiais didáticos que os professores geralmente usam em suas aulas.
  • Pesquisa na comunidade carente: nesse projeto a ONG tinha interesse de mostrar para o Governo as necessidades do bairro.Então, íamos a favela do bairro com pesquisas montadas, para saber do nível de ensino dos filhos na escola do Governo  e também da situação econômica da família.Nunca tinha entrado em uma favela, lá pude ouvir depoimentos tristes dos familiares e reconhecer que muitos dos problemas que temos no Brasil, são os mesmos lá.

Tenho vontade de um dia retornar ao local e ajudar de alguma maneira, e também rever as minhas chefes que foram pessoas ótimas comigo.Quem quiser saber mais sobre a ONG:

http://www.educarycrecer.org/

https://www.facebook.com/educarycrecer

Por Daniel Alves

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[ROMÊNIA] Local de Trabalho

amandaOlá,

Estou aqui para falar um pouco sobre como é meu trabalho aqui na Romênia. Trabalho com crianças de 4 a 5 anos. Não é fácil a minha comunicação com eles, pois eles não entendem inglês ainda e eu não entendo romeno, por isso, sempre tem alguém comigo todos os dias. O trabalho que realizo com elas é mais como uma recreação. Eles precisam aprender algumas coisas em inglês, como números, frutas, animais, etc, mas também preciso ensiná-los algumas musiquinhas, poesias, dancinhas ou desenhos para fixar mais o que foi ensinado.

No começo as crianças estavam meio receosas comigo, mas com o passar de alguns dias já ficaram a vontade perto de mime logo começaram a querer conversar mais, me abraçar, me dar presentes, etc.

As professoras são muito atenciosas comigo, estão sempre prontas a ajudar no que for preciso e o mesmo vale para as duas diretoras. Todo o material de que necessito elas providenciam para mim, sempre o mais rápido possível.

Não é um trabalho cansativo ou difícil, mas sim muito gratificante! Exige apenas paciência e dedicação.

Por Amanda Cristina

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[UCRÂNIA] Local de Trabalho

rafa1Primeiramente vamos entender esse projeto, porque ele existe, como ele funciona, e qual o impacto dele.

O projeto Explore Ukraine é um projeto nacional da AIESEC da Ucrânia para popularizar o país pelo mundo, criando uma imagem e uma marca da Ucrânia para estrangeiros.

Para isso, serão criadas ferramentas para criar um caráter atual e apurado do país, e de como é a vida no país, que irão atingir os jovens e a população ativa em geral no mundo.

Em resumo, serão criados blogs para divulgar as cidades, cultura, hábitos, curiosidades, culinária, etc.

Serão ao todo 45 vagas para esse projeto, distribuídas em seis escritórios da AIESEC do país que estão envolvidos, quando um candidato para o projeto é aprovado, ele percorre o projeto passando duas semanas em cada escritório da AIESEC, começando com o escritório que aprovou ele, e em seguida visitando outras duas cidades diferentes uma das outras, para garantir uma maior diversidade.

Pelo funcionamento do projeto, todos os envolvidos com ele devem estar na capital Kiev, no dia 10, e comparecer à um treinamento geral sobre o projeto que ocorre entre o dia 10 ao 13, nesse período é feito uma integração, capacitação, e garantir que os participantes do projeto entendam o seu propósito.

Após o Treinamento, cada participante do projeto irá para sua respectiva cidade onde fez a entrevista e foi aprovado, donde se inicia as duas semanas iniciais do projeto.

Durante as seis semanas, o grupo organizador do projeto tem a responsabilidade de acompanhar os Blogs, o que faz a postagem em inglês obrigatória, no caso eu escolhi desenvolver em português e escrevendo em inglês secundariamente em baixo.

Esse é um resumo do projeto!

Por Rafael Pereira

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[ROMÊNIA] Comidas Típicas

a1

 

Esse prato típico não tem nome.  É um tipo de salada, é feita com repolho em conversa e misturado com tomate (pode ser molho de tomate ou apenas o tomate). Essa salda é refogada. Eu não gostei do gosto, é muito forte, pelo fato de o repolho ser em conserva, mas aqui na Romênia é uma salada muito comum e a maioria gosta.

 

 

 

a2Torta de Geléia

Este prato é uma sobremesa, por sinal muito deliciosa. Feita com massa de bolo branco ou de baunilha com geleias feitas em casa (pode ser de morango, framboesa, laranja, etc). O gosto é bem doce, meio enjoativo, mas é muito bom!!!

 

 

 

a3Sopa:

Sopa, uma comida tão comum, porém muito deliciosa aqui. Existem vários tipos, de várias cores aqui, (amarela, laranja, rosa, verde, vermelha, roxa), mas eu escolhi esta porque é uma das minhas preferidas. Feita com ervas, cenoura, frango e macarrão. A sopa é sempre acompanhada com pão (o pão está presente em todas as refeições aqui).

 

 

 

 

a4Sobremesa de Morango

Este prato é muito bom também. Feito com clara de ovos, suco de morango e morango em fruta e açúcar. Tem o gosto bem acentuado de morando e é muito doce, mas é delicioso!

 

 

 

 

 

a5Mamaliga (polenta):

Este é o principal prato tradicional da Romênia. Mamaliga é um tipo de polenta, porém não é temperada como no Brasil e a consistência dela é diferente. Para substituir o pão, eles comem a mamaliga que sempre tem um acompanhamento, e o acompanhamento pode ser qualquer coisa, o que você estiver com vontade de comer, como por exemplo: todos os tipos de carne, bacon, ovos fritos ou cozidos, queijo (como na imagem), etc.

 

Por Amanda Cristina

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